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    Os Aromas no Chá – Workshop – 26/nov – Curitiba

    Postado às 19:15 do dia 07/11/14

    Os Aromas no Chá
    Clique para ampliar.

    Empolgadíssima com este meu novo workshop, cuja ideia acalento há 1 ano e que apenas agora, graças ao apoio de Bárbara Ramina, proprietária da The Kettle, casa de chá pioneira em Curitiba, saiu do papel.

    Num ano em que o mercado de chás gourmets fincou bandeiras definitivas na cidade (Moncloa, The Gourmet Tea*, Caminho do Chá, Chá Yê*) e em que tradicionais marcas internacionais acertaram sua presença em supermercados e empórios (Dilmah, Damman Frères, Twinnings**), o interesse por aprender mais sobre a bebida está presente em muitas pessoas e alunos com quem converso. Nisso a escola argentina El Club del Té, representada na cidade por Thalita Ferronato, saiu na frente, organizando algumas degustações iniciais para que consumidores comecem aprender o básico, que é diferenciar o chá, oriundo da infusão de folhas de Camellia sinensis, de “tisanas” ou infusões, que são feitas com ervas aromáticas, medicinais, especiarias e frutas. Motivada pelo objetivo de difundir a cultura do chá em Curitiba, a empreendedora e chef Dani Lieuthier, da Caminho do Chá, uniu sob o nome de Cúpula do Chá empreendedores pioneiros do segmento em Curitiba, como a própria The Ketlle, mas também o ervanário sensacional de Mariza Treis – a Chá & Arte, que sempre é destaque nos programas de empreendedorismo do Sebrae -, à gente mais nova, caso dela própria, da Moncloa e do El Club del Té. A Cúpula organizou um stand na última Feira Mundo Gastronômico e segue planejando incrementar o consumo da bebida entre curitibanos. Mas também não posso deixar de mencionar a atividade das senhoras Hara e Ishida, que praticam a cerimônia do chá na Praça do Japão.

    Então vem minha pequena contribuição a este apaixonante universo: um workshop de sensibilização olfativa para os aromas presentes em chás e infusões. Da mesma maneira que se treina o olfato para apreciar o bouquet de vinhos, se treina para apreciar as notas olfativas em chás e infusões. A diferença é que os aromas percebidos nestas bebidas são óleos essenciais desprendidos de ervas e flores que aromatizam blends, e que podem ser sentidos em seu estado puro e concentrado, envasados em frascos de vidros. (Nos vinhos, as notas percebidas dificilmente podem ser encontradas em óleos essenciais puros; para ser cheiradas isoladamente, precisam ser sintetizadas em laboratórios).

    É isso que farei neste workshop: apresentar blends e infusões e, em seguida, apresentar os óleos essenciais e extratos puros presentes na bebida. Será uma experiência sensorial requintada e luxuosa, com no ambiente encantador da The Kettle. Veja a programação abaixo e se inscreva, pois são apenas 7 vagas.

    Abraços de cheiros, Mayra.

    * The Gourmet Tea é servido no café Santo Grão (Shop. Pátio Batel); Chá Yê é servido na The Kettle, assim como a alemã Tee Gschwendner, importada e distribuída no Brasil pela empresária Carla Sauerssig, há 15 anos.

    ** Damann Frères é servido e vendido na The Kettle, no Café Trieste (Shop. Pátio Batel) e no Café do Mercado (Mercado Municipal). Dilmah é servido na livraria e café Arte & Letra. Twinnings já está sendo servido em várias cafeterias de Curitiba.

    ***

    The Kettle convida:

    OS AROMAS NO CHÁ

    Uma experiência refinada para seus sentidos.

    com a aromatóloga Mayra Corrêa e Castro

    Data:

    26 de novembro, quarta-feira

    Horário:

    das 14h às 15h30

    Local:

    The Kettle Chá com Simpatia

    Al. Prudente de Moraes, 836 – Mercês

    Curitiba/PR

    Fone: (41) 3233-1978

    - convênio com estacionamento Exclusive (Alameda Julia da Costa, 419 – Mercês) -

    Programa:

    Degustação e experiência olfativa com blends e infusões da casa e óleos essenciais:

    Blutorange – cítricos

    China Wuyan Jasmin – jasmins

    Lê Touareg – hortelãs

    Sencha aromatizado com óleos essenciais

    Gina Amaretta – licorados

    Inscrição antecipada:

    R$ 50,00 (dinheiro, débito ou crédito)

    na The Kettle (seg a sáb, das 14h às 21h)

    Vagas:

    7 vagas

    Informações:

    com Mayra (41) 8865-6681 ou por email

    Mayra é aromatóloga, professora do IBRA-Instituto Brasileiro de Aromatologia e membro da Aromaflora.

    Comente / Aromaterapia, Meus Cursos e Eventos, chá, perfumaria

    Óleos Essenciais, Perfumes e Psicoaromaterapia – Workshop – 13/dez – Porto Alegre/RS

    Postado às 14:31 do dia 27/10/14

    Meu workshop Óleos Essenciais, Perfumes e Psicoaromaterapia chega a Porto Alegre no dia 13 de dezembro e fecha a grade de cursos deste ano.

    As inscrições devem ser feitas com a Perfumaria Paralela, que criou um presente especial para alunos do IBRA-Instituto Brasileiro de Aromatologia: 20% de desconto.

    Abaixo mais informações.

    ***



    ÓLEOS ESSENCIAIS, PERFUMES E PSICOAROMATERAPIA

    Workshop com Mayra Corrêa e Castro

    Porto Alegre – 13 de dezembro 2014

    Resumo:

    Se os perfumes refletem padrões culturais de uma época, os óleos essenciais encerram padrões permanentes. Enquanto aqueles são obras de arte criadas pelo homem, estes representam a própria alma das plantas, uma consciência incapaz de ser reproduzida, mas que, no entanto, tem voz e nos fala. Neste workshop, você conhecerá como o assunto tem sido abordado por três autores: Fabian Laszlo, Shirley Price e Deborah Eidson. Conhecerá as chaves-emocionais das famílias olfativas, entenderá como a indicação terapêutica de um óleo essencial se transforma numa indicação psicoterapêutica e descobrirá o universo da aplicação da aromaterapia e da oligoaromaterapia no equilíbrio energético de pessoas e ambientes. Ao final, aprenderá o conceito de sinergia aromática, que é diferente de perfume.

    A quem se destina:

    Aromaterapeutas

    Terapeutas Holísticos

    Perfumistas

    Artesãos do cheiro

    Perfumistas

    Apaixonados por cheiros em geral

    Conteúdo:

    Aromaterapia, psicoaromaterapia e aromaterapia vibracional.

    Famílias olfativas e suas chaves emocionais – as pesquisas de Fabian Laszlo.

    Indicações terapêuticas, indicações psicoterapêuticas – as pesquisas de Shirley Price.

    Óleos essenciais e as lições da alma – as pesquisas de Deborah Eidson

    Oligoaromaterapia.

    Sinergia aromática – esquema de Jade Shutes.

    Data:

    13 de dezembro, sábado

    Horário:

    Das 9h às 13h

    Local:

    M7Offices – Rua Mariante, 180/701 – Moinhos de Vento – Porto Alegre/RS

    Inscrições:

    Perfumaria Paralela – clique aqui para fazer online

    Caso seja aluno do IBRA, entre em contato, pois você tem 20% de desconto na inscrição.

    Informações:

    Perfumaria Paralela – São Paulo: (11) 3853-7576

    Mayra – Curitiba: (41) 8865-6681

    Comente / Aromaterapia, Meus Cursos e Eventos, perfumaria

    Aromatologia do IBRA – 2 Módulos da formação neste fim de ano

    Postado às 11:04 do dia 01/10/14

    Já estão abertas as inscrições para o curso mais procurado de minha agenda: 2 módulos da formação em Aromatologia do IBRA em regime intensivo, pela internet, com aulas à noite durante a semana.

    Veja informações sobre os dois módulos:

    * Introdução à Aromatologia (IBRA) – R$ 390,00 (depósito Itaú ou Caixa); R$ 403,81 débito online Pag Seguro; R$ 404,81 boleto Pag Seguro; R$ 420,00  cartão em até 3x Pag Seguro. Dias 17, 18, 19, 20, 21, 24 e 25 – das 20h às 23h (Horário Brasília).

    * Aromatologia na Saúde – Módulo 1 (IBRA) – R$ 390,00 (depósito Itaú ou Caixa); R$ 403,81 débito online Pag Seguro; R$ 404,81 boleto Pag Seguro; R$ 420,00  cartão em até 3x Pag Seguro. Dias 27 e 28/nov; 01, 02, 03, 04 e 05/dez – das 20h às 23h (Horário Brasília)

    Pagamento por transferência bancária ou depósito disponíveis apenas no Itaú ou Caixa Econômica.

    Pagamento no débito online, cartão de crédito ou boleto exclusivamente via PagSeguro.

    Inclui apostila em PDF não-editável, certificado.

    Inclui acesso à gravação em áudio e video das aulas.

    Alunos no IBRA em reciclagem do mesmo curso do IBRA têm 50% de desconto (não é reemitido o certificado nem apostila).

    Todas as inscrições se encerram 7 dias corridos antes do início de cada curso.

    DESCONTO ADICIONAL: 5% para inscrição concomitante nos dois cursos do IBRA dados por mim.

    Um beijo, Mayra.

    1 Comentário / Aromaterapia, Meus Cursos e Eventos

    Sobre o âmbar gris

    Postado às 15:14 do dia 05/08/14

    Não há matérias-primas perfumísticas de origem animal que podem ser classificadas como éticas. Uma exceção talvez seja o âmbar gris.

    Âmbar gris. Foto: www.ambergris.com.nz

    O âmbar gris (ambre gris, em francês; grey amber, em inglês) é produzido dentro do estômago das baleias cachalotes e, em algum momento, regurgitado. Elas se alimentam de lulas e os bicos das lulas acabam ferindo seus estômagos e talvez seja por isso que regurgitem, embora se encontre âmbar gris sem nenhum bico misturado às secreções gástricas.
    Uma vez que esse produto seja regurgitado (há quem defenda que ele seja, na verdade, defecado), ele fica flutuando no mar e vai sendo “curtido” tanto pelo movimento das ondas, quanto pelo sol e demais componentes da água salgada. Eventualmente, o âmbar gris chega à praia e é coletado por algum sortudo, já que o produto vale alguns milhares de dólares por libra. Infelizmente, existe a pesca – e por isso eu disse que talvez o âmbar gris não seja ético. Evidentemente, será um produto de origem animal ético se for encontrado flutuando no mar ou nas encostas, mas certamente será fruto da mais desgraçada ambição se matarem a baleia e depois rasgarem sua barriga para retirá-lo lá de dentro. Foi esse tipo de pesca predatória que colocou a espécie cachalote em risco de extinção, apesar do âmbar gris ser encontrado em baleias pescadas apenas entre 3 a 4% das vezes.
    Depois de algumas décadas pagando a baleeiros, a indústria resolveu atender ao apelo de consumidores preocupados com o sofrimento animal e encontrou substitutos sintéticos à matéria-prima natural. Não sejamos inocentes: raro e caro – e por isso chamado de “ouro flutuante”, o âmbar gris autêntico traz prejuízos a casas de fragrâncias e empresas que contam em centenas os lançamentos de perfumes num único ano. Muito mais lucrativas são as moléculas sintéticas que impõem a reformulação de fórmulas antigas e empurram todo um novo ciclo de vida a perfumes antigos.
    A primeira alternativa ao âmbar gris surgiu em 1950, o Ambroxan (ou Ambrox), sintetizado a partir do álcool diterpênico esclareol, encontrado na Salvia esclarea. Comercializado sob o nome de Celatox (R) pela Firmenich e Ambrofix (R) pela Givaudan, rapidamente dominou o mercado, embora traga alguns desafios: como a presença de esclareol é sempre pequena no óleo essencial de sálvia esclareia, cientistas tentam cruzar o DNA da planta a determinadas bactérias no intuito de que estas produzam os precursores de síntese necessários à molécula final. Contornando este desafio, também é possível sintetizar o Ambroxan a partir do abienol do abeto balsâmico.
    Proibido desde 1972 nos Estados Unidos, o âmbar verdadeiro segue sendo substituído por outros odorantes de laboratório, como Cedramber (R), Spirambrene (R) e  Okoumal (R). Entretanto, eles não chegam a mimetizar todas as notas encontradas num âmbar natural. Se estivermos cheirando o âmbar gris autêntico, estaremos diante de um dos mais misteriosos ingredientes naturais da perfumaria. Uma vez expelido pela cachalote, o material envelhece naturalmente no mar ou, coletado, é posto para envelhecer, se bem que isso possa ser um processo que leva anos. No ponto certo, é feita uma tintura com 96% de teor alcoolico durante 12 a 18 meses e as notas que surgem podem ser seis:
    1. solo úmido e coberto de musgo de uma floresta
    2. tabaco acentuado
    3. nota balsâmica de sândalo
    4. almíscar animal, quente
    5. nota oceânica e de algas
    6. nota fecal
    O Ambroxan é tido como o odorante que mais se aproxima da substância natural, cobrindo as quatro primeiras de suas nuances. Mas a verdadeira qualidade odorífera do âmbar gris se revela não tanto pelo que ele exala por si, mas no quanto é capaz de se combinar aos demais ingredientes de um perfume, ressaltando-os. Ainda utilizado na perfumaria botânica natural, Anya McCoy diz que ele possui “qualidades transformativas”. Mandy Aftel, outra perfumista de antiquário, fala de sua qualidade “brilhante”, como se ele fosse uma “pedra preciosa” dentro do perfume.
    Em 1820, dois cientistas franceses, Joseph-Bienaimé Carentou e Pierre-Joseph Pelletier, isolaram, pela primeira vez, o ambrein (do inglês), um álcool triterpênico no âmbar gris que, puro, é inodoro, mas oxidado forma moléculas fragrantes. A ele se seguiram o epicoprostanol e o coprostanone. Em 1977, Mookherjee e Patel identificaram 100 componentes fragrantes do âmbar gris (boa parte do âmbar gris também é colesterol). Essas são moléculas classificadas como diterpenos labdanoides, isso é, polímeros também presentes no âmbar-resina, uma substância que pode ter três origens distintas: chamada âmbar, é a resina fossilizada de espécies pré-gimnospermas do período Carbonífero (anteriores a 40 mil anos atrás); chamada resina, se refere à resina de espécimes de até 250 anos; e chamada resinite quando for encontrada no carvão.
    Da mesma forma que é fácil um desavisado confundir qualquer pedra achada na praia com âmbar gris, é fácil confundirmos âmbar gris com âmbar na perfumaria. O âmbar da perfumaria é uma nota-fantasia criada a partir do Cistus ladanifer (ládano ou lábdano) e, se evoca algo da resina fossilizada de coníferas pré-históricas é a cor, mas não o cheiro. Criada com ládano, benjoim e baunilha (Mandy Aftel, no livro Essências e Alquimia, combina 20 gotas de ládano, 120 de benjoim e 6 de baunilha), o âmbar é licoroso, doce, quente e tem a cor dourada da resina fóssil. Certamente não se parece com o âmbar gris.
    O âmbar gris, para desespero de caçadores de preciosidades praianas, frequentemente se confunde com pedras ou com piche misturado a outros sedimentos. Porque o formato de um pedaço de âmbar gris varia
    bastante, do oval ao redondo, do achatado ou quadrado, porque sua cor varia do preto viscoso (quando fresco) ao acinzentado e branco, o teste que compradores de âmbar gris sugerem ser feito é que se aqueça uma
    agulha e a enfie na superfície: se o local derreter, soltando um óleo grudento preto e uma fumacinha com cheiro almiscarado, há chances de ser legítimo.
    Outra informação para você desconfiar se encontrou âmbar gris na praia e ficou rico é a praia em si: mesmo considerando que as correntes marítimas têm poder de arrastar para Caraguatatuba, Matinhos ou Praia Grande grandes quantidades de lixo oceânico, o âmbar gris é mais comumente encontrado na Nova Zelândia, leste da Índia, Áfricas Oriental e do Sul, Madagascar e Noruega. Tá, Arctander, no seu famoso livro Perfume and flavor materials of natural origin de 1960 disse que também se encontra no Brasil, mas se nem petróleo do pré-sal temos visto por aqui, que dirá âmbar gris, né?
    A título de história, antes do primeiro milênio de nossa era os chineses já falavam do âmbar, mas não conheciam sua origem: achavam que era a baba de dragões que moravam à beira do mar. Mas nem mesmo
    Avicena, que viveu no século X-XI, sabia a origem certa da substância que, apesar disso, foi amplamente usada por árabes como remédio para o coração e para o cérebro. Nos contos das Mil e Uma Noites, Simbad se depara com uma ilha onde há uma fonte de âmbar gris. Foi apenas no final do século XVIII que o botânico Joseph Banks elucidou a origem correta do âmbar gris. Mas isso não impediu que Luís XV mandasse que o utilizassem em seus pratos preferidos e que a rainha Elisabeth I perfumasse com ele suas luvas. Regurgitado ou defecado, é substância desejada – é como ouro.
    Um beijo de cheiro, Mayra.
    Veja imagens de âmbar gris em nossa galeria do Pinterest – clique aqui.
    ***
    Fontes consultadas em 05/ago/14:
    http://www.cnrs.fr/cw/dossiers/doschim/decouv/parfums/loupe_ambre.html
    A Geochemical Investigation of Carboniferous Amber de P. Sargent Bray (Google Books) (http://migre.me/kS2Rt)
    http://www.ambergris.co.nz/
    http://www.fragrantica.com/news/Amber-and-Ambergris-are-Two-Different-Notes-2929.html
    http://allnaturalbeauty.us/ani65.htm
    http://www.gizmag.com/ambergris-clary-sage-substitute/26409/
    http://pellwall-perfumes.blogspot.com.br/2013/04/ambergris-substitutes-clarification-of.html
    http://www.bojensen.net/EssentialOilsEng/EssentialOils01/EssentiaOils01.htm

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